BLOGUE DA ORGANIZAÇÃO DA FREGUESIA DE LORDELO DO PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

domingo, 30 de maio de 2010

Proença, o Palhaço do Sistema

Questionado sobre as afirmações do dirigente da UGT, João Proença, de que manifestação do passado sábado irá comprometer a imagem de Portugal no estrangeiro, Jerónimo de Sousa afirmou que essa é a "posição de um vencido"."É a posição de um vencido, de um conformado. Mesmo no seio da UGT há muita gente indignada", acrescentou."A direção da UGT faz o seu papel histórico. Está a fazer o papel de figurante", afirmou Jerónimo de Sousa.
VENCIDO, OU VENDIDO? NO MÍNIMO, SEM PERDÃO!

sábado, 29 de maio de 2010

Mais de 300 mil na manif da CGTP


Com bandeiras e faixas em punho os manifestantes protestam pela avenida da Liberdade, em Lisboa, contra a atual situação do país. O desemprego, o aumento dos impostos, a baixa dos salários e o PEC são os principais "alvos" dos portugueses que estão no protesto.
A CGTP convocou os trabalhadores de todo o país para a manifestação desta tarde contra as medidas de austeridade e prevê que este seja um dos maiores protestos de sempre.
O secretário geral do PCP, Jerónimo de Sousa, considerou hoje que a adesão à manifestação convocada pela CGTP mostra ao Governo que os portugueses estão dispostos a lutar pelos seus direitos e não vão ficar calados.
"Vai ser uma grande manifestação. Também é uma vitória sob essa conceção de que os portugueses devem baixar os braços", disse o dirigente do PCP aos jornalistas.
"UGT tem posição de um vencido"
Momentos antes de se iniciar a manifestação, Jerónimo de Sousa acrescentou que "se o Governo achar mole [a atitude dos portugueses], com certeza carregará mais em direção aos direitos, aos salários e aos impostos".
Para o líder comunista, esta manifestação "não é um ponto de chegada, mas uma grande afirmação dos trabalhadores portugueses a uma política injusta".
Questionado sobre as afirmações do dirigente da UGT, João Proença, de que esta manifestação irá comprometer a imagem de Portugal no estrangeiro, Jerónimo de Sousa afirmou que essa é a "posição de um vencido".
"É a posição de um vencido, de um conformado. Mesmo no seio da UGT há muita gente indignada", acrescentou.
"A direção da UGT faz o seu papel histórico. Está a fazer o papel de figurante", afirmou Jerónimo de Sousa.

Fonte: Expresso

Ver fotos em PCP

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Não acordem o "pai"!


EIS , MÁRIO SOARES, APOIANTE FÉRREO DAS POLÍTICAS DE SÓCRATES, ATORMENTADO COM MOTIVOS DE CONSCIÊNCA NO QUE RESPEITA A CANDIDATURAS PRESIDENCIAIS...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Portagens A41 e A42: marcha lenta provoca fila de quilómetros






fotos da concentração na Rotunda Maia Jardim
foto: Correio da Manhã

A marcha lenta entre a Maia e Lousada de protesto contra a introdução de portagens na A41 e A42 terminou cerca das 19h40, após obrigar milhares de automobilistas a fazer o percurso a 20 quilómetros por hora, refere a Lusa.
Cumprir de automóvel os cerca de 30 quilómetros que separam Lousada da Maia demora em circunstâncias normais cerca de 20 minutos, mas esta quarta-feira muitas centenas de automobilistas demoraram mais de hora e meia.
A marcha lenta foi liderada por algumas dezenas de activistas da comissão de utentes, que encabeçavam com as suas viaturas a longa fila, condicionando nas faixas de rodagem a circulação a uma velocidade muito reduzida.
Durante vários quilómetros, a GNR ainda tentou desviar o tráfego para as vias nacionais alternativas, mas a marcha lenta para quem seguia na auto-estrada manteve-se até Lousada.
Gonçalo Oliveira, da comissão de utentes, fez um balanço positivo desta acção, considerando que foram alcançados todos os objectivos, nomeadamente «o civismo e a solidariedade dos utilizadores desta auto-estrada».
«Percebemos mais uma vez que a esmagadora maioria da população foi paciente porque está solidária connosco e não aceita as portagens», afirmou .
O activista garante que mais acções de protesto se vão realizar para exigir que o Governo recue.
«É claro que estamos a preparar novas formas de luta, que serão mais extensas e frequentes se o Governo não mudar de ideias», adiantou, escusando-se a especificar o tipo de protesto que estarão a preparar.
A A41 e a A42 constituem a denominada SCUT do Grande Porto, ligando a Maia a Felgueiras. O Governo anunciou que a partir de 1 de Julho vão ser introduzidas portagens nesta auto-estrada.
Texto: TVI
Ver Telejornal RTP1 (20h32)
Ouvir declarações de Gonçalo Oliveira em Comunic

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Reunião do PCP com a CGTP-IN

Realizou-se, hoje, na sede do PCP, um encontro entre delegações do PCP e da CGTP/IN. Esta reunião visou analisar a situação actual dos trabalhadores e do movimento sindical face a grave ofensiva das políticas do Governo PS com apoio do PSD. O PCP valorizou aquilo que constituirá uma resposta dos trabalhadores: a manifestação de dia 29 Maio.

Ver declaração de Jerónimo de Sousa em:
PCP

sexta-feira, 21 de maio de 2010

JCP - A organização revolucionária da juventude portuguesa


Sob o lema «Com a luta da juventude, construir o futuro!», realiza-se amanhã, no Pavilhão do Casal do Vistoso, em Lisboa, o 9.º Congresso da JCP, que contará com a presença de centenas de delegados vindos de todo o País, assim como de dezenas de organizações internacionais convidadas, vindas de todo o mundo. No sábado, às 21.30 horas, terá lugar um grande desfile, da Assembleia da República até ao Largo do Camões, local onde vai acontecer um concerto dos Peste & Sida e dos Eina (ex-Inadaptats). O Congresso dos jovens comunistas vai contar com a presença de Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP, que intervirá na sessão de encerramento, no dia 23 de Maio, que decorrerá até às 17.30 horas.

Ler mais em:

quinta-feira, 20 de maio de 2010

A crise do sistema capitalista: as previsões


Ninguém previu a crise», proclamam aos 4 ventos políticos, economistas, comentadores, analistas, jornalistas e tuti quanti. De facto a capacidade de «previsão» dos arautos do capital e dos seus instrumentos é, nalguns casos verdadeiramente fascinante. Exemplo paradigmático é o caso das agências de notação, ditas de «rating»
Vejamos:
Em 2001 a Enron estava cotada como AAA (menção que remete para um baixo risco), 4 dias antes de falir da forma como sabemos ter falido;
Atribuíram uma classificação AAA a centenas de milhares de milhões de dólares de activos duvidosos que se viria a perceber mais tarde serem quase todos lixo tóxico. Dos títulos hipotecários subprime classificados com AAA em 2006, 93% – 93 por cento! - foram agora considerados lixo;
Não previram as implicações da crise das subprimes;
Não previram o afundamento do Lehman Brothers e da AIG;
Não previram o afundamento dos fundos de Bernard Madoff;
Em 2008 classificaram a Islândia com a notação mais elevado: AAA+. Dois dias depois o governo islandês anunciava ao mundo a sua falência;
Não previram as implicações da crise do Dubai;
Não previram as implicações da crise na Grécia;
A dívida nacional dos EUA é de aproximadamente 12 milhões de milhões (trillion) de dólares (embora cresça tão rapidamente que é difícil estabelecer um número exacto). Se todo o dinheiro na posse de todos os bancos, negócios e indivíduos dos Estados Unidos fosse reunido hoje e entregue ao governo dos EUA, não seria suficiente para liquidar a dívida nacional deste país. Notação atribuída? AAA+;

E o PCP? Como se costuma dizer «O PCP previu e preveniu»…

Resolução Política do XV Congresso, em Dezembro de 1996: «Pelo seu volume desmedido, pela tendência a empolar-se cada vez mais, pelo risco aleatório do seu movimento, esse capital fictício financeiro-especulativo faz pairar sobre a economia dos países e do mundo a instabilidade monetária e o perigo de colapsos bolsistas devastadores.» E assistimos à crise «asiática» de 1997/98.
Dezembro de 2000, no XVI Congresso, o PCP afirmava: «Os constantes fluxos de capital-dinheiro, especialmente de curto prazo e de alto risco, provocam uma acrescida instabilidade no funcionamento do sistema financeiro e monetário internacional (…). Mercados bolsistas e imobiliários irracionalmente inflacionados são alimentados por uma insustentável expansão do crédito que potencia o perigo e a dimensão de desastres. (…)». E veio a crise económica de 2001/03.
Resolução Política aprovada, em Novembro de 2004, no XVII Congresso do PCP: «No mercado imobiliário, cujos preços têm vindo a subir a níveis demasiado elevados, subsistem riscos de um ajustamento abrupto com consequências de expressão mundial.». E veio a actual crise iniciada em 2007.
Resolução Política do XVIII Congresso, em Dezembro de 2008: «A resposta do capitalismo à crise em que se debate tende para expressões de força cada vez mais violentas. O que não significa que, quando necessário, como na presente crise, o Estado capitalista não procure recorrer a medidas de tipo keynesiano, visando a salvaguarda dos interesses do grande capital, com os quais a social-democracia se encontra estruturalmente comprometida. É uma perigosa ilusão pensar que, mantendo intocável o poder económico e político do grande capital e a hegemonia do capital financeiro, é possível dar resposta aos anseios dos trabalhadores e dos povos e preservar a Humanidade de terríveis convulsões e regressões de civilização. Só profundas transformações de carácter antimonopolista e anticapitalista impostas e defendidas pelas massas o podem conseguir.»

terça-feira, 18 de maio de 2010

Os burros, o mercado de acções e a crise

Certo dia, numa pequena e distante vila, apareceu um homem a anunciar que compraria burros a 5 euros cada. Como havia muitos burros na região, todos os habitantes da pequena vila começaram a caça ao burro. O homem acabou por comprar centenas e centenas de burros a 5 euros. Quando os habitantes diminuíram o esforço na caça, o homem passou a oferecer 10 euros por cada burro.
Toda a gente foi novamente à caça, mas os burros começaram a escassear e a caça foi diminuindo. É então que o homem aumenta a oferta para 25 euros por burro, mas a quantidade de burros ficou tão reduzida que já não compensava o esforço de ir à caça. O homem anunciou então que compraria os burros a 50 euros. Mas que teria que se ausentar por uns dias e deixaria o seu assistente responsável pela compra dos burros.
É então que, na ausência do homem, o assistente faz esta proposta aos habitantes da pequena vila:
- Sabeis dos burros que o meu patrão vos comprou? E se eu vos vendesse esses burros a 35 euros cada? E assim que o meu patrão voltar vós podeis vendê-los a ele pelos 50 euros que ele oferece, e ganhais uma pipa de massa!!! Que acham? Toda a gente concordou. Reuniram todas as economias e compraram as centenas de burros ao assistente por 35 euros cada um.
Os dias passaram e eles nunca mais viram o homem nem o seu assistente - somente burros por todo o lado !
Entendem agora como funciona o mercado de acções e porque apareceu a crise?

segunda-feira, 17 de maio de 2010

JCP/Paredes pinta mural


O núcleo de Paredes da Juventude Comunista Portuguesa pintou um mural alusivo ao 9º Congresso da JCP em Rebordosa, no passado sábado. O Congresso da JCP decorrerá no Pavilhão do Casal Vistoso, em Lisboa, nos próximos dias 22 e 23 de Maio.

Ver mais fotos em:
Filhos de Abril ou Registos da História

Sobre o 9.º Congresso da JCP ler em:
JCP

domingo, 16 de maio de 2010

Novo pacote do governo, com o apoio do PSD, agrava o PEC

Cada vez é mais evidente que não temos uma efectiva governação política do país, mas sim a gestão Sócrates/Passos Coelho subordinada às orientações e decisões dos especuladores financeiros (os primeiros responsáveis da crise) e aos interesses do grande capital, cumprindo as políticas neoliberais dos mandantes da União Europeia.

Ler mais em:
CGTP

sábado, 15 de maio de 2010

Desfile de Protesto contra as portagens na A41 e A42


­26 de MAIO (quarta-feira) às 17:30 horas


Concentração: Rotunda Maia Jardim
(junto ao Continente Maia Jardim)

Destino: Lousada

O Governo continua a insistir na injustiça. Quer colocar portagens numa via que os utentes são obrigados a utilizar para se deslocarem para o trabalho ou no desenvolvimento das suas actividades comerciais e industriais.Não nos resta outra alternativa se não continuar a lutar e a dar força ao movimento de contestação. Estamos confiantes que com a luta é possível obrigar o Governo a rever a sua posição!

As Comissão de Utentes
Comissão Utentes da SCUT do Grande Porto
Comissão Utentes de Alfena
Comissão Utentes do Vale do Sousa

quinta-feira, 13 de maio de 2010

CGTP-IN prepara grande manifestação


Com propostas alternativas que evitariam ser sempre os mesmos a pagar por crises que não provocaram, a CGTP-IN apela à participação de todos os trabalhadores e da população na grande manifestação nacional, dia 29, em Lisboa, para travar o actual ataque, sem precedentes, aos seus direitos.
Ler mais:

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Notícias do Mastro

Na sessão da Assembleia Municipal de Jovens de Paredes, ocorrida no passado dia 10 de Maio, Pedro Mendes, o Vice-Presidente da Câmara, afirmou que a ideia da comemoração do Centenário da República com o Mastro da Bandeira partira de “jovens arquitectos de Paredes” (os mesmos que desenharam a nova zona desportiva).
O Presidente da República Cavaco Silva pretenderia comemorar os 100 anos da República procurando financiamento ou subsídio para projectos no valor de 15 milhões de euros junto de mecenas (Bancos, PT, etc). Entre os projectos em análise estava o chamado Mastro de Paredes, que era também uma requalificação arquitectónica de um ponto alto na paisagem (monte de Meda, em Lordelo?). O milhão de euros previstos neste tão bizarro investimento tinha portanto a benção do senhor Presidente da República.
As “más interpretações” da oportunidade da construção do Mastro levam a que Paredes não vai utilizar nenhum Mastro!?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

«….Rápido, mais depressa!»

«'Tá muito lento, mais depressa!...» afirmou imperativamente uma das 3 chefias que se encontravam junto a uma consola nas linhas de montagem. «Se calçassem umas luvas e viessem até aqui, isto andava mais depressa, sim...», pensou o operário sem dizer uma palavra enquanto terminava a operação sob o olhar atento dos supervisores para depois mandar seguir o Scirocco para a estação seguinte.
A meio da semana, já o físico se recente, a meio do dia já o cansaço alastra, a meio da operação já a "power-tool" pesa mais 1 kilo, o tempo de ciclo já tem menos 15 segundos, não pode parar a linha senão «O que é que se passa, porque é que parou?», ontem chegou a casa com dores nos pulsos, hoje levantou-se ainda de noite para apanhar o autocarro para a fábrica, engoliu o almoço, um café e um cigarro em meia-hora, quase uma hora à espera e o team-leader nunca mais chega para poder ir à casa de banho, ainda por cima como não somos perfeitos e todos nascemos com algumas falhas, no meio de tanta pressa lá foi uma ficha desligada e o chefe danado a azucrinar aos ouvidos, e mais isto e mais aquilo, etc, etc, etc e ainda por cima ter de ouvir «tá muito lento, mais rápido!»
«A administração fez saber que este ano espera produzir mais 15% que no ano anterior e num cenário generalizado de crise esta é uma muito boa perspectiva para a empresa» pensou...e de repente sentiu-se assombrado: «olha se a administração nos tem conseguido impor o banco de horas! Estávamos tramados, a este ritmo trabalhar obrigatoriamente 6 dias por semana, sem receber mais por isso, nem sequer descanso compensatório, descansar só ao domingo, ficar em casa quando eles quisessem e não quando eu precisasse, etc...» e de repente ouviu «rápido, mais depressa!»... Bolas, que exploração! Não do supervisor, é claro, pois ele também leva nas orelhas!... Bom, deixa-me concentrar. Este ano é ano de reivindicação, para este ritmo de trabalho tem que haver uma grande compensação.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

PCP contra a introdução de portagens nas SCUT's

Em declaração hoje na Assembleia da República, o PCP afirmou que a introdução de portagens nestas vias, nos distritos do Porto, Braga, Viana do Castelo e Aveiro, fundamentais para o desenvolvimento económico e social destes distritos, irá acarretar impactos significativos para o tecido produtivo e particularmente impactos sociais significativos nos já baixos rendimentos das famílias.

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terça-feira, 4 de maio de 2010

Da leitura dos jornais: Soares e os ladrões

Mário Soares disse em Ferreira, Paços de Ferreira: “Tenho muita honra de ser político. Quando dizem que os políticos são uns ladrões e que os políticos são uns malandros, eu devo dizer que há grandes excepções. Eu sou uma excepção mas eu acho que a maior parte dos políticos, de todos os partidos, não são ladrões. Há alguns que o são, como em todas as profissões, mas a maior parte, felizmente para nós, não é”. E acrescentou: “nunca ganhei um tostão com a política”.
Não consta que, em Ferreira, tenham estado presentes Armando Vara, Rui Mota Soares, Paulo Penedos, João Carlos Silva, e tantos outros. Também eles nunca ganharam um mero tostão com a política.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Comunicado da DORP do PCP

A Direcção da Organização Regional do Porto do PCP, reunida no passado fim-de-semana procedeu à análise da situação política e social e do desenvolvimento da luta no distrito do Porto, designadamente dos trabalhadores e das populações de que o 25 de Abril e o 1º de Maio foram expoentes maiores. A DORP do PCP definiu ainda aspectos fundamentais da actividade e da intervenção do Partido no distrito do Porto, com o agendamento de mais de 100 acções em todo o distrito, destacando-se a convocação de um desfile de protesto sob o lema: “Basta de retrocesso. Com o PCP: Emprego, Produção, Justiça social”.


Ler mais em DORP/PCP

sábado, 1 de maio de 2010

1.º de Maio - Dia Internacional dos Trabalhadores


Comemoram-se os 120 anos do 1º de Maio como Dia Internacional dos Trabalhadores.
120 anos de uma incessante, dura e heróica luta dos trabalhadores de todo o mundo pelos direitos e pela emancipação do trabalho, por uma sociedade em que o trabalho, finalmente livre da exploração, constitua a realização plena das capacidades criadoras do ser humano.
120 anos de fulgurantes avanços, de dolorosos recuos, de tenaz resistência dos trabalhadores. Enquanto persistir a exploração, nenhuma conquista dos trabalhadores é definitiva ou está segura. O 1º de Maio e as suas palavras de ordem universais foram historicamente construídos sob a mais violenta repressão, ao preço de incontáveis lutas, sacrifícios, vidas perdidas. Consolidou-se a cada avanço dos povos na conquista das liberdades. Sofreu e sofre recuos de cada vez que as circunstâncias históricas permitem ao grande capital passar à ofensiva.
Em 120 anos, o 1º de Maio tornou-se a mais alta bandeira da afirmação universal dos direitos do trabalho e do internacionalismo de combate contra a exploração capitalista.

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