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terça-feira, 28 de junho de 2011

Assembleia de Freguesia de Lordelo - 27 Junho 2011

(O problema da falta de transportes públicos foi um dos temas em discussão)

Numa sessão calma e marcada pela ausência de Domingos Taipa de Sousa, recentemente falecido, que foi substituído por Ana Isabel Neves, a primeira intervenção da noite coube a Miguel Correia.
O deputado da CDU apresentou um voto de pesar pela morte do deputado socialista, aprovado por todos os deputados da Assembleia. Ainda no período antes da ordem do dia, a bancada do PSD apresentou uma moção de confiança ao Executivo da Junta relativamente à defesa dos terrenos que considera baldios entre o cruzeiro de Meda e o estádio do Aliados, a qual foi aprovada por unanimidade. Sobre esta questão, Joaquim Mota, presidente da Junta de Freguesia, informou que é alvo de uma queixa-crime por parte do proprietário da empresa Liga, Luís Almeida.
No período dedicado ao relatório de actividades, e aludindo a uma reunião que o Executivo e o presidente da Câmara tiveram com o director dos CTT, Miguel Correia questionou quais as conclusões deste encontro e se a permanência da estação dos CTT de Lordelo estava em causa, num quadro em que já várias estações encerraram, como por exemplo, a de Cête. Mota afiançou que o encerramento da estação de Lordelo não está em causa e afirmou que o edifício da Junta está disponível, se necessário for, para acolher os serviços de correios.
Aproveitou também para apresentar quais as pessoas e instituições que vão ser homenageadas no próximo “Lordelo Agradece”, marcado para a próxima sexta-feira, dia 1 de Julho, data de elevação de Lordelo a cidade.
Relativamente à postura de trânsito, o Executivo informou que vai haver alterações junto ao edifício Castelo e edifício Fontenário.
No período destinado ao público, destacaram-se as intervenções de Fernando Ferreira Lopes e de Mário Moreira da Silva.
O primeiro freguês lembrou que várias carreiras que faziam o percurso Lordelo/Porto, da responsabilidade da empresa rodoviária Pacense, terminaram, com prejuízo para a população. Exortou para a necessidade de melhorar as condições da Travessa da Corujeira, rua apertada e dificilmente transitável, e da rua de Soutelo que não tem saída, a necessitar de sinalização. O presidente da Junta disse já ter pressionado a Pacense de forma a repor as carreiras desactivadas.
O segundo cidadão, membro do PCP/Lordelo, referiu a necessidade da Junta de Freguesia ter mais serviços, de forma a evitar as burocracias, e consequente, transtornos aos munícipes. Deu como exemplo: alguém que queira fazer uma queimada tem de sujeitar-se a um processo moroso e complicado, que podia ser evitável se a Junta tivesse serviços que auxiliassem ou resolvessem esse género de situações.
Joaquim Mota concordou com a necessidade de desburocratizar, mas lembrou que se tratam de leis nacionais, só possíveis de serem alteradas por outras instituições que ultrapassam o âmbito das competências de uma Junta de Freguesia.

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