BLOGUE DA ORGANIZAÇÃO DA FREGUESIA DE LORDELO DO PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Resumo AF 10 Dezembro 2012


Ontem, realizou-se a última sessão da Assembleia de Freguesia de Lordelo deste ano. O deputado da CDU questionou o Executivo sobre o Projeto da Torre dos Alcoforados e o prometido emissário para o rio Ferreira. Miguel Correia pediu ainda esclarecimentos sobre o local para a construção do prometido Parque Radical.
O presidente da Junta, na sua resposta, lembrou que a Torre dos Alcoforados é pertença da Câmara Municipal e as obras já estão adjudicadas, sem adiantar prazos de realização e conclusão da obra.
Relativamente ao emissário disse que, até ao final do mandato, iria realizar a obra, de forma a acabar com a poluição no rio e aproveitou para mostrar a sua desilusão sobre o facto da Cooperativa A Lord só ter prometido ajudar com 5 mil euros, quando a obra vai custar 100 mil euros.
A localização do Parque Radical ainda está por definir, mas adiantou que será implantado no terreno que irá ser utilizado para a concretização da 2.ª fase do Parque do rio Ferreira.
A sessão ficou ainda marcada pela presença de moradores da rua do Guardão, que no período dedicado à intervenção do público, acusaram Joaquim Mota de ter esquecido do problema deles, pois a rua onde vivem tarda em ser alcatroada e sinalizada.  

sábado, 8 de dezembro de 2012

Assembleia de Freguesia Lordelo


Próximo dia 10 Dezembro

Ordem de trabalhos:

1 - Período antes da ordem do dia;

2 - Votação e aprovação da acta anterior;

3 -Orçamento da Receita e da Despesa - PPI para 2013;

4 - Relatório de actividades 4.º trimestre 2012;

5 - Período de 30 minutos para intervenção do público

sábado, 10 de novembro de 2012

Apelo à greve em Lordelo!


(Paulo Macieira e Miguel Correia)


Decorreu hoje à tarde, a 4.ª edição do Magusto-Convívio CDU/Lordelo. Apesar do mau tempo, foram dezenas as pessoas que participaram nesta iniciativa, ocorrida no Parque do Rio Ferreira, em Lordelo (Paredes). Esta iniciativa pretendeu, além do convívio, lembrar o trabalho autárquico local do PCP e da CDU e exortar todos os presentes para as próximas lutas, em particular, a Greve Geral promovida pela CGTP para o próximo dia 14 de Novembro.

Ler mais em A FARPA.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Dona refundação

Em época de caça, Passos Coelho tirou da cartola uma lebre, cuja baptizou com o sugestivo nome de «refundação», e convidou o PS a partilhar o lauto repasto que a mesma promete proporcionar. Desde esse momento de ilusionismo, apimentado qb pelo mistério quanto à forma de cozinhar a peça, que quase se pode ouvir o frémito de excitação que percorre o PS. Entre a aparente perplexidade face ao convite e a indisfarçável satisfação por ser chamado à mesa do poder, o PS faz-se rogado, exige explicações, mas não fecha a porta ao convite. Enquanto isso, e como é hábito em casos que tais, correm rios de tinta pelo País a propósito da «refundação», mais ou menos elevada à condição de «dama misteriosa», como se Passos Coelho não a tivesse exposto desde a sua apresentação à sociedade com toda a crueza da sua nudez apenas coberta pelo manto diáfano da demagogia.
Mas afinal do que se trata? Nem mais nem menos do que «rever a despesa, nomeadamente a despesa social» para que o País possa «regressar normalmente ao mercado de financiamento da dívida, sem pedir um segundo resgate». Trata-se, continuando a citar Passos Coelho, de «saber em que medida é que isso exige rever funções do Estado, a maneira como o Estado presta serviços aos cidadãos». É esta alegada necessidade de rever as funções do Estado que exige a presença do PS, já que se trata de uma reforma «mais ampla» do que estaria inicialmente previsto. Ou seja, numa palavra, trata-se de rever a Constituição. E porquê? Porque as imposições constantes do Memorando da troika assinado por PS, PSD e CDS não encontram cobertura no texto constitucional. Embora mutilada em sucessivas alterações, a lei fundamental do País continua a ser um obstáculo aos ditames do grande capital, esses ditames que impõem a reserva de milhares de milhões de euros para o resgate da banca mas que não reservam um cêntimo para o resgate dos trabalhadores e do povo que a pretexto das medidas de «austeridade» ficam sem trabalho, sem casa, sem comida, sem direito à saúde ou à educação, sem direito à velhice, sem direito a uma vida digna. Porque, embora adulterada, a Constituição consagra como direitos fundamentais o que as troikas querem eliminar – direitos, liberdades e garantias que ainda são um travão legal às pretensões de domínio absoluto do poder do capital. Porque, quanto mais não seja do ponto de vista formal, a Constituição ainda é garante do regime democrático.
É isto que o PSD quer «refundar». É para dar a estocada final no que sobra dos valores de Abril na Constituição que o PS é chamado a participar.
Não vale a pena procurar nos dicionários o significado de «refundação». Como não vale a pena alimentar esperanças quanto à posição que o PS virá a assumir. A resposta está na política que há mais de três décadas tem sido seguida pelos governos da alternância e que conduziram os trabalhadores, o povo e o País à situação em que hoje se encontra. O que é preciso não é que PSD e PS nos «refundem». O que é preciso é que os trabalhadores e o povo «refundam» os interesses que esses partidos servem da única forma que há para os «refundir»: lançando-os no caixote do lixo da história e reescrevendo a história pelas suas próprias mãos. 

Anabela Fino, in Avante!

sábado, 27 de outubro de 2012

Vereadora do PSD entrega pelouros por “falta de autonomia” e “ingerência”

"A partir de hoje deixo de ser vereadora da Câmara Municipal de Paredes com pelouros em regime de permanência". A decisão foi avançada por Raquel Moreira da Silva, vereadora eleita pelo PSD, em conferência de imprensa, na passada terça-feira, e justificada com o "desconforto" e a "frustração" que o desempenho das funções lhe trouxe nos últimos anos "em consequência da falta de autonomia, ingerência nos pelouros e impossibilidade de tomada de decisão, entre outros.

A autarca, entregou esta segunda-feira uma carta ao presidente da Câmara, Celso Ferreira, a informar que deixará de tutelar os pelouros do Ambiente e Oficinas, Feiras e Protecção Civil, que lhe foram atribuídos por deliberação do executivo municipal, a 2 de Novembro de 2009. Raquel Moreira da Silva mantém, ainda assim, a presença na Câmara, como vereadora em regime de não permanência, cumprindo o mandato até 2013 "por entender que é a melhor forma de defender os interesses dos paredenses", explicou
À pergunta "aceitaria encabeçar uma lista de outro partido?", a vereadora não respondeu não: "Equacionaria a proposta, para defender os paredenses, mas não é nada que esteja nos meus horizontes".

Caminho da vereadora já não é o mesmo de Celso Ferreira
A decisão foi tomada depois de um longo período de reflexão e com a "maior convicção e responsabilidade", garantiu Raquel Moreira da Silva. Depois de uma caminhada autárquica de 15 anos, os últimos sete com Celso Ferreira na presidência, a vereadora resolveu abandonar as pastas que tutelava, alegando falta de autonomia e impossibilidade de tomar decisões, assim como intromissões nos seus pelouros. "Sempre disse que enquanto o meu caminho fosse o dele [Celso Ferreira] estava com ele, a partir do momento em que o meu caminho deixasse de ser o dele ele seria o primeiro a saber, e isso aconteceu na sexta-feira", declarou. A autarca falou ainda em "dúvidas relativas à estratégia municipal e decisões políticas" do executivo liderado por Celso Ferreira, que não a motivam em continuar a exercer funções de vereadora a tempo inteiro.
Questionada, Raquel Moreira da Silva não quis concretizar de que forma lhe foi retirada autonomia, dizendo que as situações se foram acumulando e que chegou ao seu limite. "Durante os últimos três anos nunca pude decidir e fazer. As minhas tomadas de decisão eram muitas vezes desautorizadas e nem sempre pelo senhor presidente, mas por ingerência de pessoas que o rodeiam", adiantou. "Ao longo dos sete anos foi aumentando a distância entre presidente e vereadora e fui-lhe dando conta que não concordava com muitas das decisões e a estratégia escolhida", acrescentou a vereadora. Exemplo disso foi a reunião de Câmara na qual foi votado o orçamento para o próximo ano, em que a autarca não marcou presença por discordar. "O orçamento deve ser negociado e nos últimos seis anos pediram aos vereadores alguns dados para o elaborar. Este ano isso não foi solicitado a nenhum dos vereadores", sustentou. Depois houve outros projectos em que os vereadores que acompanham Celso Ferreira não foram "tidos nem achados", como o PlanIT Valley e o Pólo Criativo", argumentou.

"Disponível para trabalhar" por Paredes e na causa pública
Apesar de "triste" o gosto pela política e o respeito por quem depositou nela o voto, levam Raquel Moreira da Silva a cumprir o mandato, ainda que sem pelouros. A autarca diz que vai agora dedicar-se à agricultura e regressar às salas de aulas, mas salvaguarda que o seu caminho poderá não passar apenas por aí. "Sou uma pessoa que se dedica à causa pública. Gosto do que faço. Estou completamente disponível para trabalhar, viver e zelar pelos paredenses e pela terra que me viu nascer", afiançou.
Caso fosse convidada a encabeçar uma lista de outro partido no concelho, Raquel Moreira da Silva afirmou que equacionaria a ideia, "se o projecto fosse interessante para defender o povo de Paredes", mas assegurou que, para já, não havia "acordos" com ninguém. "Incomoda-me muito termos 24 freguesias e não serem tratadas do mesmo modo e com a mesma justiça. É preciso defender aqueles que passam mais mal. E quando digo isto falo de menos estátuas e mais pão, menos estátuas e mais leite…", criticou a vereadora. "Arrepende-se de ter apoiado Celso Ferreira há oito anos?", questionamos. "Naquela altura era aquela a pessoa a apoiar. Pensei eu e os paredenses", respondeu. 

O Verdadeiro Olhar, 26.10.2012

terça-feira, 9 de outubro de 2012

CRONOLOGIA DE UM SEQUESTRO (I)

21h15 de 4.ª feira dia 3 de Outubro

Frente ao edifício da Câmara Municipal de Paredes, populares com cartazes preparavam-se para presenciar uma sessão da Assembleia Municipal. Alguma tensão no ar. Cheguei acompanhado de Álvaro Pinto. Cá fora já tínhamos ouvido a tradicional lengalenga do PSD cordato (“sou contra, mas”)
A sala tem comunicação social em peso. Talvez corra bem, há testemunhas e houve um apelo dramático ao bom senso por mim efectuado.

Anuncio ao Presidente da Assembleia Municipal que quero apresentar um requerimento para propor a supressão do ponto 11- Reorganização administrativa – Discussão e apresentação de propostas na Assembleia Municipal. Responde-me assinalando o momento: depois da leitura do expediente e anteriormente ao período de antes da ordem do dia. Aqui chegados, o Presidente da Assembleia, “distraído”, não assinala a minha pretensão como líder da CDU. Levanto-me e interpelo o Presidente que diz em tom altaneiro que o senhor deputado da CDU “tem qualquer coisa para dizer”. Retroco-lhe que “qualquer coisa para dizer” é linguagem para fora da Assembleia e que na Assembleia apresento requerimentos, de forma regulamentar. Está o caldo entornado. Feita a leitura a frete do requerimento, escrita á mão, procedeu-se á votação. E que argumentava o requerimento? “…que não tinha havido uma reflexão necessária, nem proposta anterior, sobre a supressão de freguesias e que era inoportuna a sua discussão e votação em Assembleia Ordinária a altas horas da noite e após outros pontos certamente relevantes, mas de importância desigual. Apontava-se para uma Sessão Extraordinária. O rolo compressor da bancada do PSD inviabilizou a aceitação do requerimento. O sinal estava dado, a orquestra estava afinada. Percebia-se que havia um guião e mesmo aspectos não previstos, como a presença de manifestantes, eram orientados via telemóvel do Presidente da Câmara.
Seguidamente o PS apresentou uma proposta que colocava o ponto 11. no inicio da Ordem de Trabalhos. O mesmo rolo compressor do PSD, sem justificação necessária, o posso quero e mando, ditou a sorte da proposta PS. Percebeu-se que íamos assistir a um sequestro, uma pressão inaudita, avessa a diálogos, a sensibilidade, a cortesias. O público presente, interessado na decisão, pareceu anestesiado e chocado com tanta arrogância. Também ele ia penar por querer assistir e talvez ingenuamente sonhar participar da decisão. Os “coronéis” do PSD estavam atentos. Granja da Fonseca, Celso Ferreira, Pedro Mendes, José Manuel Outeiro e Luciano Gomes, de rosto contraído, dirigiam a encenação. Havia umas personalidades menores com papel previsto no sequestro.

2h30 da madrugada de 5.ª feira dia 4 de Outubro
Chegados ao ponto 11., depois de uma digressão intensa pelo Orçamento, relatório de actividades, derrama, IMI, arte “pacóvia”, endividamentos e investimentos a custo zero, preparávamo-nos para a “surpresa” do PSD. A galeria, mais desfalcada, parecia contudo mais motivada. Afinal era um momento histórico, onde o bom senso e a razão poderiam resgatar as bancadas do PS e da CDU. O PSD apresentou á mesa uma proposta, o PS outra, a CDU lembrava que a Reforma Administrativa de Relvas já tinha sido chumbada na Assembleia Municipal por unanimidade. 

A leitura da proposta do PSD feita pela secretária da mesa durou …35 minutos. Foram 31 páginas e dois anexos-fotocópias, lidas às 3 horas da manhã e posteriormente fotocopiadas, um exemplar por cada grupo politico. Um massacre total. E premeditado. Arrogantemente. Julguei que já estaríamos na “suspensão da democracia” da Manuela Ferreira Leite. Mas afinal estávamos no terreno privilegiado dos “coronéis” do PSD de Paredes. Expostos ao gozo, á prepotência, ao descontrolo de “loucos” impunes. Continuo na próxima.
CR 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Resumo da AF de 24 Setembro 2012



A sessão ordinária da Assembleia de Freguesia de Lordelo, realizada ontem, ficou marcada pelos elogios à vida e personalidade do Sr. Álvaro do Ronfe, falecido recentemente, conhecido pela sua simplicidade e dedicação à comunidade lordelense.
Outros temas foram trazidos pelo deputado da CDU. Miguel Correia aludiu ao sucesso do Campeonato Europeu de Hóquei em Patins, realizado no Pavilhão Rota dos Móveis, sem deixar de criticar a comunicação social por ter omitido, muitas vezes, que o evento ocorreu na cidade Lordelo e também as dificuldades de muitos visitantes em encontrarem o local do evento desportivo por falta de sinalização.
O eleito comunista lembrou o facto de o presidente da Junta de Freguesia já ter admitido publicamente que algumas promessas não vão ser cumpridas neste mandato, tais como: o campo sintético do Aliados e nova ponte junto aos Bombeiros. Pediu esclarecimentos sobre a não abertura do novo Pólo Educativo situado no lugar da Campa, prometida para este ano lectivo, e a paragem das obras há mais de um ano no segundo Pólo Educativo, junto à actual Escola EB1 de Corregais.
Na sua intervenção, Miguel Correia questionou o ponto de situação da recuperação e beneficiação da Torre dos Alcoforados e zona envolvente e ainda o novo brasão e a nova bandeira apresentados na sessão de 5 de Dezembro 2011.
O presidente da Junta de Freguesia reconheceu que há obras prometidas para este mandato que não vão ser cumpridas, mas prometeu que elas avançarão após o final do mandato e a sua saída do Executivo.
Sobre a não abertura do Pólo Educativo, adiantou que ainda faltam algumas obras, nomeadamente de acesso ao edifício, tendo sido preferível abrir no próximo ano lectivo. Também sobre as novas mudanças nas escolas e a eliminação de postos de trabalho devido ao facto das refeições escolares passarem a ser confeccionadas e servidas por uma empresa privada, prometeu encontrar soluções de emprego para as trabalhadoras que ficaram desempregadas.
Confessou problemas com um proprietário de um terreno junto à Torre dos Alcoforados, que irão atrasar a concretização do projecto e ainda não saber quando estará oficializado o novo brasão e bandeira de Lordelo.
Aproveitou para prometer que, até final do mandato, irá resolver o problema de poluição do rio Ferreira pelo prolongamento do emissário oriundo da ETAR de Arreigada que termina junto à levada do Souto.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Assembleia de Freguesia de Lordelo - próximo dia 24

No próximo dia 24 de Setembro, segunda-feira, a partir das 21h, terá lugar na sede da Junta de Freguesia de Lordelo, mais uma sessão ordinária da Assembleia de Freguesia. Como sempre, a sessão é aberta ao público. Apareça!

Ordem de trabalhos:
1 - Período antes da ordem do dia;
2 - Votação e aprovação da acta da última sessão anterior;
3 - Toponímia;
4 - Situação das Escolas/Funcionárias;
5 - Relatório de Actividades do terceiro trimestre 2012;
6 - Período de trinta minutos para intervenção do público.

domingo, 16 de setembro de 2012

AFINAL PARA ONDE DEVEM IR O PASSOS, O PORTAS, A TROIKA, O MEMORANDO E QUEM O APOIAR?




Ontem, o povo mandou Passos Coelho, Paulo Portas, o Governo, a Troika, o memorando, todos eles, para o c… Pelo menos era assim que rezavam muitos cartazes das dezenas de manifestações em todo o país.
Alguns dirão que o povo mandava os dirigentes governamentais e os seus mentores internacionais para o Cais do Sodré, para o cinema, para o Coliseu,  para o consenso, para a concertação social, para a corrupção, mas para mim era mesmo para o c…
Viriato Soromenho Marques, Carlos Amaral Dias e Adelino Maltez entretiveram-nos a analisar estados de alma em entediantes apreciações psicanalíticas. Estamos indignados, e ainda bem que a depressão é muito pior, o protesto é transversal, é para muitos o baptismo da cidadania, estas e outras tretas, e independentemente do diagnóstico dos comentadores… mandamos Passos e Portas para o c….
João Adelino Faria, o finório jornalista da RTP, em final de jornada concluiu que as manifestações tinham um conteúdo de rejeição de “toda a classe politica”, mas eu o que vi foi o conteúdo dos cartazes sobre a classe politica dirigente. Não vi ou ouvi Jerónimo Ladrão ou Louçã para o c…
Filomena Mónica disse que não ia á manifestação por não ter facebook ou telemóvel e por desconhecer as razões do protesto. Eu dou por mim a pensar que ela não foi porque premonitoriamente pensou: what the fuck is “para o c…”?
O CDS e outros inocentes pensam que as razões do protesto se radicam na pedagogia da c…omunicação.
A minha tia Ernestina acha que faltou papel a quem começou a escrever Ide para o C…
Vou já lavar a boca com água salgada para eliminar as vernáculas impurezas linguísticas!

Cristiano Ribeiro

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Locais de culto

Os vereadores do PS na Câmara Municipal de Paredes quiseram mostrar actividade e formularam ao Executivo Camarário a seguinte pergunta:

Quando foi adjudicada a obra de requalificação da parte frontal do cemitério de Parada de Todeia , realizada de dia e de noite no último fim de semana?

Aparentemente podiam ter ficado por aqui. O que já era ridículo. Mas não. Os vereadores do PS na Câmara Municipal de Paredes quiseram juntar á pergunta, um “desagrado”. A nova instalação fixa da Comissão de Festas de Parada de Todeia fica junto ao muro do cemitério. Ou como diz o PS “não faz sentido encostar uma barraca para Assar Frangos a um local de Culto como é um Cemitério”.
Felizmente há um PS atento aos reais problemas de Parada de Todeia. Um PS ecológico, tradicionalista, de moralidade acesa, atento aos cheiros do frango assado e ao repouso das sepulturas.
Ou não fosse vereador do PS e assim autor da pergunta e do “desagrado” Artur Penedos, ex-assessor de José Sócrates, essa figura impoluta da política portuguesa, por muitos considerado especialista em “cozinhados” e em “parcerias” com “locais de culto” como em Alcochete.

Cristiano Ribeiro

domingo, 29 de julho de 2012

Paredes: PCP contacta população




Ontem, no centro da cidade de Paredes, militantes do PCP, distribuíram à população o jornal de Verão do PCP, onde constam a posição da rejeição do pacto de agressão assinado entre PS/PSD/CDS com a troika estrangeira e o apelo à participação na Festa do Avante!. Os militantes comunistas de Paredes também abordaram a população no sentido de a mobilizar para a defesa das freguesias e a manutenção das valências do tribunal de Paredes.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Apontamentos recolhidos numa Assembleia Municipal de Paredes

1) O Relatório de Actividades e Situação Financeira do Município (Abril – Junho 2012) tem 62 págs. (quer na versão CD quer na versão papel).
2) Dessas 62 págs., 9 págs. estão em branco. As restantes 53 págs. dividem-se pelos diferentes pelouros e gabinetes. Assim retirada a Capa, ficam 9 págs para o Pelouro da Ação Social, 1 pág para o Pelouro da Juventude, 3 págs para o Pelouro do Desporto e Equipamentos Desportivos, 4 págs para o Pelouro do Planeamento e Desenvolvimento Urbano, 1 pág para o Pelouro do Turismo, 2 págs para o Gabinete de Arqueologia e Património, 1 pág para o Pelouro da Inovação, 10 págs para o Pelouro da Cultura (por erro as 5 págs da Cultura são reproduzidas duas vezes), 2 págs para o Pelouro da Educação, 16 págs para o Pelouro do Ambiente e Oficinas Gerais, Feiras e Proteção Civil, 1 pág para o Pelouro dos Serviços Gerais e 2 págs para a Situação Financeira.
3) O Pelouro dos Serviços Gerais é um dos mais sui generis. Para que conste, da sua actividade plasmada em documento consta: “limpeza das casas de Banho Públicas”, “reparação da Bandeira Nacional do Município”, “limpeza ao Museu Municipal”, “preparação do Salão Nobre para a realização de Reuniões…”. Percebe-se assim o que está limpo, reparado ou preparado. Do resto…
4) A mesma actividade (Projecto Voluntariado de Proximidade) aparece referida 2 vezes, uma na actividade do Pelouro de Ação Social e outra no Pelouro da Juventude). Mas com um particularismo: um fala de 10 idosos, 4 técnicos e 17 jovens voluntários e outra em 10 idosos, 4 técnicos e 18 jovens voluntários. Façamos a média: 17 voluntários e meio.
5) No Pelouro de Ação Social, são inúmeras as reuniões discriminadas uma a uma, inúmeras as participações, diversificadas as actividades. Para que conte, há entidades ou projectos como Agenda Regional para a Empregabilidade – Pacto Territorial para a Empregabilidade do Tâmega e Sousa, Norfin – Entidade Gestora do programa Mercado Social de Arrendamento, Associação Pegadas de Amor, Geração Aventura, MIS – Modelo Institucional de Suporte, Plataforma Supraconcelhia do Tâmega, Invista 2012- Feira do Emprego, Formação Profissional e Empreendedorismo, Rede Europeia Contra a Pobreza EAPN – Projecto ROMI, Banco Local de Voluntariado, Gabinete de Apoio (ou Acompanhamento?) Psicológico – Projecto Solidariedade em acção, Clube de Emprego, Programa Rede Social, Paredes Social, Projecto Mão Solidária – Loja Social de Paredes, ProjectoTeleassistência, CPCJ, Conhecer para Intervir- Ser cigano (Entre) Paredes, etc.etc. A continuar…

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Assembleia Municipal de Paredes - breve sumário

Uma sessão da Assembleia Municipal de Paredes ocorreu no passado sábado. O mais significativo da Assembleia esteve nas intervenções algo confusas sobre a criação do Mega Agrupamento Escolar de Rebordosa e Vilela e a tentativa de ilibação de responsabilidades por parte do vereador da Educação Pedro Mendes, bem como a contundente intervenção politica global de Álvaro Pinto, da CDU, sobre o resultado de 1 ano do Pacto de Agressão.

O município encontra-se paralisado em termos de realizações ou projectos, limitando-se o executivo a apresentar pretensas justificações para a inércia ou a destilar um pessimismo desalentador. Aumenta o tem critico de alguns elementos do PSD local, nomeadamente sobre o Mapa Judiciário proposto. A análise sobre os documentos apresentados sobre a actividade do município (Abril-Junho de 2012) efectuada pelo eleito da CDU Cristiano Ribeiro revela também um desleixo e descoordenação interna que se traduz numa má imagem externa. Há em muitos dos protagonistas do poder um claro sinal de fim de ciclo.

A situação financeira real do município é uma grande interrogação. Persiste o discurso opaco. A causas reais de dificuldades, por todos os municípios sentidas, somam-se o tradicional despesismo e clientelismos que ficam caro, embora perpetuem o PSD no poder municipal.

Por fim a votação da toponímia de Recarei, ao contrário do usual, obteve votos contrários do PS e a abstenção da CDU. Não tendo obtido a unanimidade dos votos da AF de Recarei, a proposta apresentada pelo Pelouro do Desenvolvimento Municipal, e aprovada por maioria na reunião do Executivo (votos contra do PS), estava prejudicada pela prepotência do PSD na AF de Recarei, ao recusar proposta da CDU de atribuir o nome 25 de Abril a uma rotunda, para posteriormente aprovar o mesmo nome a outra.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Convocatória Assembleia Municipal de Paredes

Sessão Ordinária, dia 30 de Junho, pelas 14h30

Ordem do dia

1- Relatório de actividades municipais e situação financeira do município
2- Modificação ao orçamento ano 2012 – 1.ª revisão ao orçamento da receita , despesa, PAM e PPI – para discussão e votação
3 – Empréstimo BEI- para discussão e votação
4 – Agência Municipal de Investimentos de Paredes- relatório de gestão consolidado – ano 2011- para discussão e votação
5 – Plano de pagamentos a que se reporta o artigo 16.º da lei 8/2012, de 21 de fevereiro – para discussão e votação
6- Regulamento de acesso ao Parque Empresarial de Paredes em Baltar/Parada - para discussão e votação
7 – Primeira alteração ao Plano de Urbanização de Cete/Parada - para discussão e votação
8 – Sinalização vertical e horizontal nas ruas de Rebolido, Talhô, Alto da Portela e Arcela – freguesia de Gondalães - para discussão e votação
9 – Trânsito no Largo de Santa Águeda, na via de acesso ao cemitério, freguesia de Recarei
10- Trânsito na Avenida das Fontainhas e Rua de Costa Cavada , freguesia de Rebordosa - para discussão e votação
11 – Sinalização vertical em várias vias na freguesia de Vilela - para discussão e votação
12 – Trânsito na Rua da Fábrica na freguesia de Vilela - para discussão e votação

terça-feira, 26 de junho de 2012

Resumo da sessão da Assembleia de Freguesia de Lordelo



Decorreu, ontem, mais uma sessão ordinária da Assembleia de Freguesia de Lordelo.

Miguel Correia, eleito da CDU, lembrou que na sessão de 5 Dezembro 2011 foi aprovada uma moção sobre o problema dos transportes públicos em Lordelo, aprovada por unanimidade. Questionou se, entretanto, havia algum progresso com vista a resolução do problema.
Abordou o problema do acesso ao futuro posto da GNR que se encontra demasiado próximo da levada do Souto, “quase em cima” do bar da Associação Moinho, questionando se o projecto da futura estrada tem em conta este problema. Na esteira desta questão, perguntou ao presidente da Junta de Freguesia se reafirmava que o posto da GNR, em construção, entrará em funcionamento antes do fim do actual mandato.

Sobre o problema dos transportes, o PSD e o Executivo dizem que não há nada a fazer, uma vez que a empresa Auto-Aviação Pacense tem o monopólio da área onde se insere Lordelo. Contudo, dizem que há alguma esperança de resolução do problema se o concelho de Paredes passar a integrar a Área Metropolitana do Porto.

Relativamente ao acesso ao futuro posto da GNR, Joaquim Mota afirmou que o projecto beneficiará aquela zona, junto ao rio Ferreira. Afiançou que o novo posto da GNR estará pronto antes do final do mandato, até porque o empreiteiro está obrigado a concluir a obra até ao final do presente ano.
Ainda sobre a questão do rio, o presidente da Junta informou que há orçamentos elaborados para prolongar a conduta da ETAR da Arreigada. O objectivo é colocar uma conduta da Levada do Souto, onde actualmente termina a que provém da ETAR, até à Mini-Hídrica de Penhas-Altas, de forma a salvaguardar da poluição grande parte do percurso do rio, em Lordelo. Contudo, não adiantou qualquer prazo para o começo da obra.

Relativamente à toponímia, foram aprovadas os nomes das seguintes ruas:
- Rua do Serrador (acesso à ponte do Serrador, na Levadinha);
- Calçada de S. José (junto à rua e capela de S. José);
- Rua Ilídio Ferreira (acesso à fábrica “Disarte).

Nesta sessão foi ainda aprovada, por unanimidade, a inscrição da Junta de Freguesia na ANAFRE – Associação Nacional de Freguesias.